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set 27, 2019

Congresso da Micro e Pequena Indústria promovido pela FIEPE debateu temas relevantes para gestão das empresas

Inovação, marketing, vendas e tecnologia. Esses foram os principais assuntos abordados no primeiro dia do 1º Congresso da Micro e Pequena Indústria, realizado pela FIEPE, nesta quinta-feira (26), no auditório da Casa da Indústria. O evento reuniu empresários, empreendedores e fornecedores da indústria para apresentar novas tendências através de uma programação diversa que englobou desde palestras até rodada de crédito e serviços, além de espaço para networking.

O presidente da FIEPE, Ricardo Essinger, deu as boas-vindas ao público e ressaltou o objetivo do encontro. “A ideia é estimular debates sobre novos negócios, posicionamento e tendências, de modo que impulsionem a gestão e a melhoria dos negócios dessas empresas, responsáveis por mais de 90% do quantitativo das indústrias estabelecidas em Pernambuco”, destacou.

 “O futuro das coisas – encontrando novas oportunidades para as MPIs” foi o primeiro painel do dia e contou com a participação do diretor de Inovação e Competitividade do Porto Digital, Heraldo Ourem, do engenheiro de Internet das Coisas do CESAR, Tiago Barros, do CEO da Neurotech, Domingos Monteiro, e do diretor da ITEMM, Spartacus Pedrosa. Na visão de Ourem, falta conhecimento e habilidades nas empresas para entender como o digital impacta o negócio. “Apenas 15% das organizações reconhecem uma estratégia digital e coerente. A tendência é focar esforços em tecnologias e operações específicas, sem atentar para cenários e grandes problemas”, disse. Já Barros antecipou que as indústrias devem apostar em produtos inteligentes e conectados, novas experiências de uso, além de novos modelos de negócio e produtos intensivos em serviço.

Marketing, moda sustentável e economia circular embasaram a discussão do painel seguinte: “Marketing: potencializando sua estratégia para agregar valor ao cliente”, com o diretor de soluções da marca pernambucana Refazenda, Marcos Queiroz, e a marketing manager da In Loco, Juliana Sales. Para Sales, as empresas devem questionar qual o valor do produto oferecido no mercado e os diferenciais em relação aos concorrentes.

Em seguida, foi a vez do diretor industrial da Cia do Cacau, Marcelo Souza, do diretor da Frisabor, Gustavo Neves, do gerente de marca e inteligência competitiva da Tigre S/A, João Martins, e do CEO da DNA Shopper, Mauro Pestana, subirem ao palco para o painel “Construindo negócios com o varejo”. Na ocasião, os principais conteúdos debatidos foram posicionamento e tendências, omnichannel, experiência do usuário e relação do cliente e fornecedores.

Por fim, o palestrante Daniel Godri trouxe o tema “Motivação pessoal e coletiva, alta performance e alto desempenho: motivando e energizando todos para a qualidade, a produtividade e a competência pessoal” para o centro do debate propondo reflexões aos presentes sobre produtividade e motivação.

Consagrando o segundo dia do evento, Bruno Nardon, co-fundador do Rappi, conversou com o público sobre inovação e mudança de comportamento do público nos últimos anos, fatores que têm orientado o consumo dos brasileiros. A Rappi é uma das empresas que aproveitou e surfou bem a curva das novas tendências, se tornando a terceira startup unicórnio do Brasil (com faturamento de US$ 1 bilhão).

Em seguida, foi a vez de Renato Mendes, que conversou sobre a evolução exponencial, processos de inovação para vencer a crise e como usar as redes sociais para vender, atender clientes e construir marcas. Já João Kleper e Carlos Júlio, abordagem os avanços tecnológicos e as mudanças do mercado – que têm exigido dos empreendedores um comportamento diferente na hora das vendas.

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